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Participação
como narrador, entrevistador ou co-diretor |
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Paulinho
da Viola Meu tempo é hoje
Documentário, direção de Izabel Jaguaribe.
Estréia em 2003. |
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A
parceria de Zuenir e Izabel Jaguaribe se repete em mais um documentário
da Vídeo Filmes, este nascido do desejo de contar a vida
de Paulinho da Viola e homenageá-lo por ocasião
dos seus 60 anos, completados em 12 de novembro de 2002. Desta
vez, Zuenir aparece na frente das câmeras conversando
com Paulinho sobre sua música e seus hábitos. |
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Um
dia qualquer
Documentário,
direção de Zuenir e Izabel Jaguaribe, 2000.
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O
documentário da Vídeo Filmes mostra um dia na vida de cinco
trabalhadores: um motorista de ônibus, um motoboy, uma empregada
doméstica, um vendedor ambulante e uma dançarina de shows para
turistas. Em vez de ficarem se lamentando, eles lutam pela vida
com muito humor. |
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3
Antônios e 1 Jobim
Documentário,
direção de Dodô Brandão, 1992.
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Durante
dois dias no Museu do Açude, quatro geniais Antonios trocaram
impressões sobre arte, Brasil e a vida em geral. Zuenir serviu
como mediador das conversas entre Antonio Carlos Jobim, Antonio
Callado, Antonio Candido e Antônio Houaiss. |
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Que
país é este?
Documentário,
direção de Leon Hirzsman, 1975.
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Encomendado
pela TV italiana Rai, este filme sobre o Brasil tem depoimentos de
intelectuais como Fernando Henrique Cardoso, Sérgio Buarque de Hollanda
e outros. Zuenir é o roteirista e entrevistador deste documentário,
que está desaparecido. Leon Hirzsman chegou a ir à Itália procurá-lo,
mas não o encontrou. |
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Semana
de 22
Documentário,
direção de Geraldo Sarno, 1972.
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Feito
para o programa “Globo Shell”, da Rede Globo, o documentário tem entrevistas
com Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Menotti del Picchia e outros
expoentes da Semana de Arte Moderna, alguns já no final da vida. Também
há cenas de “Gracias señor” e “O rei da vela”, espetáculos de José
Celso Martinez Corrêa baseados em Oswald de Andrade. Zuenir é o autor
dos textos do documentário, que é costurado por uma entrevista com
Antonio Candido. |
Adaptações
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O
homem que disse não
Telefilme
para a TV francesa, direção de Olivier Horn, 1995.
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Documentário
sobre o capitão Sérgio Macaco, do grupo de salvamento Parasar, da
Aeronáutica. Sérgio foi incumbido de explodir o Gasômetro do Rio,
provocando um desastre que seria atribuído aos comunistas. Por causa
de sua recusa corajosa, perdeu o emprego e a aposentadoria, saindo
do ostracismo somente depois da anistia. O capítulo “Um herói solitário”,
de “1968 - O ano que não terminou”, serviu de base para o filme. |
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Anos
rebeldes
Minissérie
de Gilberto Braga e Sérgio Marques. Rede Globo, 1992. |
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“1968
- O ano que não terminou” foi uma das fontes usadas pelos autores
para criar a minissérie. Segundo Sérgio Marques, o livro inspirou
cenas como a em que o personagem de Gianfrancesco Guarnieri descreve
a missa pela morte do estudante Edson Luís. “Quem tiver oportunidade
de rever a minissérie encontrará nesta cena o texto límpido, preciso
- e dramático - do Zuenir. Quase literal”, diz Sérgio. |
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